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Tendências publicitárias para 2025: o que está mudando — e por que você precisa acompanhar

  • Foto do escritor: Camila Pontes
    Camila Pontes
  • 2 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura

O mundo da publicidade nunca para. E em 2025, mais do que mudanças de formato ou de ferramenta, estamos assistindo a uma transformação de mentalidade. Marcas que comunicam com propósito, campanhas que nascem da escuta ativa e conteúdos que se adaptam ao ritmo real das pessoas — essas são as grandes apostas do ano.


Se você estuda, trabalha ou simplesmente respira comunicação, é hora de prestar atenção. As tendências deste ano não são passageiras. Elas apontam o caminho que o mercado está pavimentando para o futuro. E quanto mais cedo a gente entender esse movimento, mais preparados estaremos para criar com relevância.

A seguir, destacamos 5 tendências-chave de 2025 e o que elas têm a ver com o nosso papel como comunicadores em formação.


1. Campanhas centradas em microcomunidades

Em vez de falar com “o grande público”, as marcas estão aprendendo a conversar com grupos menores, mais engajados e com interesses específicos. Seja um nicho cultural, uma comunidade local ou um grupo de afinidade, o foco agora está na profundidade da relação — não no alcance genérico.


Por que importa?

A capacidade de entender contextos sociais e culturais se tornou um diferencial criativo. Comunicar com empatia e pertinência é o novo ouro da publicidade.

2. Publicidade sensorial e imersiva

Com a expansão da realidade aumentada (AR) e da inteligência artificial generativa, as marcas estão investindo em experiências multissensoriais. De filtros interativos a embalagens com feedback tátil, tudo está sendo repensado para gerar impacto e memória.


Por que importa?

Criar experiências imersivas exige olhar além do texto e da imagem: exige pensar narrativas que se vivenciam, não apenas se consomem.

3. Sustentabilidade que se pratica, não só se anuncia

Campanhas ambientalmente conscientes continuam em alta, mas agora o público exige coerência real. Marcas que só falam sobre ESG (meio ambiente, social e governança) sem demonstrar ações concretas estão sendo cobradas — e canceladas.


Por que importa?

Estar atualizado com práticas sustentáveis e desenvolver senso crítico sobre elas é uma habilidade essencial para qualquer comunicador ético.

4. Conteúdo gerado por criadores locais

A ascensão do UGC (user-generated content) ganha uma nova camada em 2025: os criadores regionais e comunitários. Marcas estão cada vez mais buscando vozes reais e locais, que tragam autenticidade e conexão genuína com o público.


Por que importa?

Como estudantes e produtores de conteúdo, temos mais espaço do que nunca para nos tornarmos parceiros criativos de marcas, não apenas espectadores.

5. Publicidade como conversa — não como interrupção

Campanhas baseadas em escuta, storytelling e interatividade estão substituindo formatos invasivos. As marcas estão aprendendo a conversar com o público — não interrompê-lo.


Por que importa?

Isso nos desafia a escrever, criar e planejar como quem ouve antes de falar. A nova publicidade é dialógica, e isso tem tudo a ver com o DNA da Media Connect.

O profissional de comunicação que se destaca é aquele que sabe ler o mundo ao redor, identificar mudanças de comportamento e se adaptar com criatividade e consciência.

Na Media Connect, nosso papel é justamente esse: experimentar, aprender e crescer em um ambiente que entende que comunicação é troca, é escuta e é conexão.


 
 
 

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